Perguntas Frequentes

Qual é a causa desta crise hídrica?

Desde o verão de 2013, a região Sudeste do Brasil tem registrado um índice acumulado de chuvas que é o pior dos últimos 84 anos, segundo dados do Instituto de Astronomia e Geofísica da Universidade de São Paulo (IAG-USP).

Na Grande São Paulo, as temperaturas acima do normal nos dois últimos anos e o tempo seco agravaram o problema, com aumento do consumo, levando a uma redução do nível dos principais reservatórios, o Cantareira e o Alto Tietê. Mesmo com as boas chuvas de fevereiro e março de 2015, as represas destes dois sistemas ainda não se recuperaram.

Toda essa confluência de fatores configura um fenômeno de gravidade imprevisível, que tem reflexos globais, afetando outros locais como Rio de Janeiro, Minas Gerais e países como Estados Unidos (Califórnia), Chile, Austrália, entre outros, que têm enfrentado problema semelhante.

 



Qual é a causa desta crise hídrica?

Desde o verão de 2013, a região Sudeste do Brasil tem registrado um índice acumulado de chuvas que é o pior dos últimos 84 anos, segundo dados do Instituto de Astronomia e Geofísica da Universidade de São Paulo (IAG-USP).

Na Grande São Paulo, as temperaturas acima do normal nos dois últimos anos e o tempo seco agravaram o problema, com aumento do consumo, levando a uma redução do nível dos principais reservatórios, o Cantareira e o Alto Tietê. Mesmo com as boas chuvas de fevereiro e março de 2015, as represas destes dois sistemas ainda não se recuperaram.

Toda essa confluência de fatores configura um fenômeno de gravidade imprevisível, que tem reflexos globais, afetando outros locais como Rio de Janeiro, Minas Gerais e países como Estados Unidos (Califórnia), Chile, Austrália, entre outros, que têm enfrentado problema semelhante.

 



O que é água de reúso?

A água de reúso é obtida através do tratamento avançado dos esgotos gerados pelos imóveis conectados à rede coletora de esgotos. Pode ser utilizada em processos que não requerem água que seja potável, mas sanitariamente segura, gerando a redução de custos e garantindo o uso racional da água.



Os dados cadastrais da minha conta estão incorretos, como faço para corrigí-los?

Veja mais informações no Guia de Serviços da Agência virtual

 



A quanto equivale 1m³ de consumo de água?

Um metro cúbico equivale a 1.000(mil) litros de água.



Como podemos definir a pegada hídrica?

A pegada hídrica ou pegada de água é um conceito criado em 2002 pelo Prof. Hoekstra na época no Inst. De estudos da Água da Unesco (hoje na Univ. de Twente nos Países Baixos), com apoio do Prof. Chapagain, visando estimar o consumo de água doce em produtos e serviços, considerando o uso direto no processo de produção e o indireto nas várias etapas da cadeia de suprimentos. O método permite que as empresas, comunidades, países e até indivíduos calculem o quanto de água consomem em determinadas atividades a partir dos dados de consumo de produtos e serviços. Isto pode ser útil na tomada de decisões e para embasar o esforço pelo uso inteligente de um recurso escasso, ameaçado pela poluição, desmatamento e aquecimento global. A partir do trabalho da Universidade. de Twente foi criada uma organização para divulgar e explora esta ferramenta

Registre-se que o conceito vem na esteira dos similares: pegada de carbono que apura quanto um item gera de gases de efeito estufa e pegada ambiental, que levanta quanto de área de solo se ocupa numa atividade ou um bem requer para ser fabricado (por exemplo m2 de solo por kg de milho). Ou seja, no fundo estas formas de abordar não são essencialmente novas mas constituem formas instigantes de se refletir sobre os consumos complementando indicadores de performance mais tradicionais como os consumos específicos utilizados há muitos anos no setor industrial (Ex: litros de água por TV, por geladeira, por carro etc.).

 www.waterfootprint.org é a melhor referência para quem quer se aprofundar no tema.
 



O que é o PROL?

É um programa que tem por objetivo incentivar a reciclagem e aproveitamento do óleo de cozinha



Não era possível ter se preparado antes?

O evento climático registrados em 2014 foi de proporções imprevisíveis. É preciso ressaltar que a Sabesp sempre investiu no aumento da produção de água e medidas realizadas nos últimos anos permitem que a Grande São Paulo atravesse esse período crítico com relativa serenidade.

Entre 1995 e 2014, a Sabesp investiu R$ 10,9 bilhões na Região Metropolitana de São Paulo com o propósito de aumentar a disponibilidade dos mananciais, a capacidade de produção e de transporte da água tratada, a integração entre os sistemas produtores e a rede de distribuição.

Nesse período, a produção aumentou de 57 mil litros por segundo para mais de 73  mil litros por segundo. Além disso, o sistema integrado e flexível permite que áreas onde o abastecimento está prejudicado sejam atendidas por outros sistemas. Com isso, desde o primeiro semestre de 2014, áreas para as quais o Cantareira fornecia água são abastecidas pelos sistemas Alto Tietê, Guarapiranga e Rio Grande.

 



O que a Sabesp faz para enfrentar a crise hídrica?

A Sabesp criou em fevereiro de 2014 uma forma de incentivo à economia de água através do bônus para quem reduz o consumo.

Desde janeiro de 2015 está valendo também a tarifa de contingência, que acarreta uma multa para quem consumir acima da média que tinha antes da crise hídrica. A Sabesp também intensificou o combate às perdas de água e instituiu a redução da pressão da água em determinados períodos do dia, além de novos prazos para conserto de vazamentos. Outro ponto importante foi o início da captação de água da reserva técnica da represa Jaguari/Jacareí, iniciada em 15/5/2014, que permitiu, através de bombeamento, o aproveitamento de um volume de água que não estava disponível.

Juntando os esforços da Sabesp e da população, foi possível reduzir a retirada de água do Sistema Cantareira de cerca de 33 mil litros de água por segundo, em janeiro de 2014, para algo em torno de 13 mil litros de água por segundo.

 



Que medidas são tomadas para garantir o abastecimento nos próximos meses e no futuro?

A empresa realiza obras para ampliar a capacidade dos reservatórios e a produção de água, como:

marcadorDesvio de água do córrego Guaratuba para o Alto Tietê: mais mil litros de água por segundo, desde janeiro de 2015;

marcadorBombeamento da represa Billings para o Alto Tietê: mais 4 mil litros de água por segundo;

marcador Ligação do rio Guaió ao Alto Tietê: mais mil litros de água por segundo;

marcadorAmpliação da Estação de Tratamento de Água do Alto da Boa Vista (Guarapiranga): mais mil litros de água por segundo;

São destaque ainda grandes obras como a reversão da represa do Jaguari (Bacia do Paraíba do Sul) para o Cantareira e o novo Sistema Produtor São Lourenço, que devem começar a ter reflexos em 2017. A reversão do Jaguari deve trazer 5 mil litros de água por segundo de água bruta para o Cantareira e o Sistema São Lourenço representará um acréscimo de até 6,4 mil litros de água tratada.

E para ajudar a população a economizar água e enfrentar os períodos de redução de pressão, a Sabesp distribuiu caixas de água para clientes de baixa renda, além de kits redutores de pressão.



A captação de água em áreas mais profundas das represas, como a reserva técnica do Cantareira tem reflexos na qualidade da água e na saúde pública?
Apesar de ser captada no nível mais fundo do manancial, não há absolutamente nenhuma diferença na qualidade da água, que respeita a portaria 2.914 do Ministério da Saúde e é analisada nos laboratórios da companhia, que seguem as normas NBR ISO/IEC-17025 e são certificados pelo Inmetro. É importante lembrar que a Sabesp realiza um criterioso trabalho de controle de qualidade em todos os pontos do sistema de abastecimento, desde o manancial, passando pelos reservatórios e redes, até a casa do cliente.
 
 
 


A captação de água em áreas mais profundas das represas, como a reserva técnica do Cantareira tem reflexos na qualidade da água e na saúde pública?
Apesar de ser captada no nível mais fundo do manancial, não há absolutamente nenhuma diferença na qualidade da água, que respeita a portaria 2.914 do Ministério da Saúde e é analisada nos laboratórios da companhia, que seguem as normas NBR ISO/IEC-17025 e são certificados pelo Inmetro. É importante lembrar que a Sabesp realiza um criterioso trabalho de controle de qualidade em todos os pontos do sistema de abastecimento, desde o manancial, passando pelos reservatórios e redes, até a casa do cliente.
 
 
 


A redução de pressão é um rodízio?

No rodízio, a água é desligada por determinado período de tempo, numa escala para informar os horários. Exemplo: 24 horas com água e 48 horas sem água. Nesse caso, há riscos que são inerentes ao rodízio, tais como a demora maior do que o previsto para a água retornar em regiões mais altas ou distantes do reservatório e também o rompimento de redes de água. 

Já a redução da pressão é uma adequação da pressão empregada na rede de água à necessidade da região, de acordo com os hábitos de consumo da população. Durante o processo, a Sabesp mantém a pressão na rede de água de acordo com o patamar fixado pelas normas brasileiras de 10 mca, garantindo o abastecimento.

Assim, nos horários em que há grande consumo de água, aplica-se maior quantidade de pressão na rede. Durante a noite, com a queda do consumo, a pressão na rede de água é ajustada. Com isso, o abastecimento de água permanece e ainda obtemos economia com a redução de perdas por vazamentos não visíveis e com a prevenção de rompimentos nas tubulações por excesso de pressão.

A manobra é uma das medidas para mitigar perdas e evitar vazamentos adotada pela Sabesp desde antes da atual crise hídrica e que faz parte do Programa Corporativo de Redução de Perdas, em andamento desde 2007. O programa consiste na instalação de VRPs (válvulas redutoras de pressão) ao longo da rede.  A prática está alinhada com a mais moderna tecnologia internacional voltada à redução de perdas. A redução de pressão não priva os consumidores do abastecimento de água. Porém, dependendo do consumo da região, é possível que em algumas edificações localizadas nas partes mais altas, a água não atinja pressão suficiente para encher a caixa. Esse problema é temporário e normalizado assim que restabelecida a pressão.

A Sabesp orienta os clientes a manterem reservatórios residenciais (caixa d’água) com capacidade para suprir pelo menos 24 horas de consumo de água, conforme também é determinado pela ABNT e pelo decreto 12.342 do Estado de São Paulo, sobretudo para aqueles que residem em bairros altos. 

Saiba quais são os horários registrados para cada região

 



O rodízio tem efeitos prejudiciais?

Diferentemente da energia elétrica, que volta imediatamente às residências após um apagão, a água se desloca em ritmo muito mais lento e, em casos de rodízio, a demora pode ser ainda maior em áreas mais altas. Ela precisa ser bombeada nas tubulações a partir dos reservatórios, passando pelas redes nas ruas até chegar às casas e prédios. Em caso de rodízio, quando o abastecimento é retomado, as moradias mais próximas dos reservatórios recebem água antes. Quando esses imóveis estão abastecidos, a água avança para as casas seguintes. Quem mora em bairros mais altos vai receber a água por último. O mesmo acontece com os bairros que ficam mais distantes dos reservatórios. Essas moradias serão as primeiras a ficar sem água e as últimas a recebê-la novamente.

Queda de energia: falhas no fornecimento de energia prejudicam o abastecimento. Sem eletricidade, o bombeamento para e a água não avança até as casas. Se a luz elétrica cair no momento em que o abastecimento for retomado, a população continuará sem água, especialmente nos pontos mais altos e distantes.

Falta de caixa-d’água: em caso de rodízio, os imóveis com caixa-d’água contam com um estoque, uma reserva. Por norma da ABNT, cada imóvel deve ter um reservatório desse tipo com volume suficiente para garantir o abastecimento durante 24 horas. Na prática, porém, muitas casas e prédios não têm caixa-d’água ou têm uma com capacidade menor do que o necessário. Assim, elas sofreriam com o rodízio, principalmente nas áreas periféricas, em que a caixa-d’água não é tão comum.

Rachaduras e vazamentos nas tubulações: quando é adotado o rodízio, as tubulações e suas juntas ressecam, já que a água deixa de passar. Isso favorece o surgimento de rachaduras, o que pode gerar vazamentos.

Quebras de equipamento: a operação de abertura e fechamento da água é feita por válvulas, que serão muito mais demandadas em caso de rodízio. Assim como uma torneira dentro de casa pode quebrar mais rápido se for usada em excesso, essas válvulas podem apresentar falhas, prejudicando a população.



Por que a Sabesp não adota o rodízio?

A Sabesp administra a escassez hídrica com planejamento, obras e gestão da pressão. Por enquanto ainda não foi necessário adotar o rodízio. São Paulo preferiu enfrentar de forma organizada a maior estiagem de sua história. Os esforços feitos pela população e pela Sabesp até o momento equivalem à economia que se obteria com um rodízio de 36 horas com água por 72 horas sem água. A Sabesp tem 41 anos de história e os melhores especialistas da América Latina em saneamento. Portanto, tem convicção das medidas adotadas. Em diversos estudos e discussões entre os especialistas, identificou-se que a gestão da pressão é menos crítica para a população e o resultado é mais eficaz – ou tão eficaz – quanto o rodízio.

 


A Sabesp recomenda o uso doméstico dos trituradores alimentos em pias de cozinha? Por que?

Os trituradores não são recomendados por não serem ambientalmente adequados, pelas seguintes razões:

1) podem contribuir para maior poluição dos corpos d' água, ao aumentar muito a carga orgânica nos lançamentos de esgotos não tratados, como é o caso de boa parte dos municípios do país, onde não há tratamento. Mesmo  nas áreas em que há coleta e tratamento não faz sentido gastar energia elétrica em bombeamento e nas estações de tratamento com uma carga orgânica que deve seguir para compostagem ou aterro. Registre-se que o próprio triturador é mais uma fonte de consumo de energia doméstica;

2) podem ocasionar problemas de obstrução na rede de esgotos, pois formam uma massa mais consistente que pode ficar mais rígida ou se agregar a lixo indevidamente lançado nas privadas como: pontas de cigarro, lâminas de barbear, hastes flexíveis, fio dental, preservativos, absorventes, fraldas descartáveis, panos e esponjas de limpeza dentre outros. Este lixo tende a ser aglutinado pelo óleo de fritura, que ao se solidificar cria um bloco que prejudica ainda mais o fluxo de esgoto. Por isto a Sabesp promove respectivamente a campanha "Privada não é Lixeira!" e o PROL - projeto de fomento à reciclagem de óleo de fritura;

3) as cascas de frutas e verduras, borra de café e outras sobras de alimentos não devem ser lançadas na rede de esgoto também por serem compostáveis. Há no mercado mini-composteiras, algumas usando minhocas, que podem ser deixadas no quintal ou área de serviço, que produzem composto para uso em jardins e vasos de plantas., sem gerar mau cheiro ou atrair insetos ou ratos;

4) alguns aterros no país, como em São Paulo e no Rio, produzem energia a partir do gás gerado. Portanto direcionar material orgânico como sobra de alimentos para o lixo, contribui para esta forma de energia alternativa com redução das emissões de gases de efeito estufa. Há ainda estudos para se instalar usinas para recuperação energética a partir da queima do lixo, produzindo eletricidade e vapor e também nesta perspectiva não é adequado usar a rede de esgoto como destinação para tais resíduos;

5) um triturador significa mais uma fonte doméstica de consumo de energia, algo indesejável em tempos de aquecimento global.
 



Qual a estimativa de poluição das águas causada por uma pilha comum?

Isto depende do tamanho da pilha e do metal considerado na avaliação. As pilhas contém metais pesados como zinco manganês e mercúrio.
A poluição é objeto de regulamentação legal e que leva em conta a qualidade do corpo d'água, por sua vez associada à classe de uso.
Uma pilha AAA poderia gerar a contaminação de mais de 7500 litros de água, considerando como premissas os limites para presença de mercúrio da resolução Conama 257/99 e os padrões de qualidade p/ corpos d' água classe 1 - águas doces do art. 34 da resolução Conama 357/05.
Ou seja, trata-se apenas de algo indicativo. O que se aponta é que se o conteúdo máximo de mercúrio permitido pela legislação numa pilha AAA, fosse integralmente dissolvido em água no corpo d' água da classe de melhor qualidade se ultrapssaria o limite para concentração deste metal altamente tóxico num volume a partir de 7500 litros.



Quais são os números de consumo do brasileiro?

O brasileiro tem cerca de 5% da sua pegada em casa, com consumo de água na cozinha e no banheiro, e 95% estão relacionados com o que compra no supermercado, especialmente com produtos agrícolas. Outro dado importante é que 8% da pegada do brasileiro estão fora do País, um índice muito pequeno se comparado aos 85% da Holanda.



Quais são os produtos que acabam consumindo mais água no processo de produção?

São os bens industriais que tem processo úmido ou os cultivos que dependem de mais água.

 



A utilização da água da Billing traz algum risco?

A água da represa Billings é utilizada há 60 anos e não oferece riscos à população. Tem o mesmo padrão de potabilidade dos demais sistemas, seguindo o mesmo processo rigoroso de tratamento e controle.

 



Quais critérios são utilizados para determinar a área onde haverá a redução da pressão e o respectivo horário dessa ação?

Depende da conjunção dos seguintes fatores: horário em que ocorre menor consumo de água na região e possibilidade de reduzir a pressão por um período de tempo ininterrupto (mínimo de cinco horas) que não coincida com os horários de pico de consumo. Esses critérios monitorados diariamente. 



É possível entrar ar na rede?

A entrada de ar na rede de distribuição de água é uma situação de exceção que pode ocasionar casos isolados de aumento de consumo pela movimentação do medidor (hidrômetro).

Para se ter uma ideia, em janeiro de 2015, a Sabesp registrou 25 mil reclamações de clientes por alto consumo na conta. Destes casos, 500 imóveis foram visitados por suspeitas de ar no hidrômetro e apenas 20 foram confirmados. Nessas residências, além da troca do hidrômetro, a Sabesp instalou uma ventosa para retirar o ar na rede.

Tendo em vista que a Sabesp atende cerca de 5 milhões de ligações, a incidência de problemas equivale a 1 a cada 250 mil. Em caso de dúvida, o cliente poderá solicitar uma vistoria da área técnica da companhia em sua residência. A Sabesp atende os clientes pelos telefones 195 ou 0800-0119911 (ambos com ligações gratuitas) ou em qualquer agência física da companhia.



A Sabesp realiza palestras em condomínios, comunidade e escolas para falar sobre a economia de água?

A Sabesp desenvolve várias ações com o objetivo de conscientizar a população quanto ao uso racional da água, bem como informar sobre os processos de tratamento de água e esgotos. Fazem parte dessas ações as visitas monitoradas em estações de tratamento e palestras que são realizadas por profissionais treinados.

As visitas são destinadas a estudantes, professores e profissionais que terão a oportunidade de ver e entender todas as etapas do tratamento da água, bem como informações gerais sobre saneamento e sustentabilidade. Para agendar palestras ou visitas às estações de tratamento de água na Região Metropolitana de São Paulo, é necessário enviar e-mail para visita@sabesp.com.br, onde são fornecidas todas as informações necessárias. 



Existe material disponível para distribuição como cartazes, folhetos e vídeos educativos? Como fazer para adquirir?

Estão disponíveis no espaço “Guardião das Águas”, cartazes, dicas e outros materiais para auxiliar na orientação de clientes em casas, prédios, escolas ou estabelecimentos comerciais. Também no site, no espaço “Professores e Estudantes Videoteca”, os clientes podem baixar vídeos relacionados à economia de água, meio ambiente e conscientização ambiental direto do site ou solicitar o material em DVD. Neste caso, deve-se entregar um DVD novo ao retirar o material na Sabesp.



O que o consumidor deve fazer para evitar a sobretaxa (tarifa de contingência) na conta de água?

Para evitar a sobretaxa é preciso não aumentar o consumo mensal, usando a água de forma consciente.  A tarifa de contingência só será aplicada aos consumidores que apresentarem, a partir de janeiro de 2015, aumento de consumo em relação à média do período fevereiro/2013 a janeiro/2014. Esse adicional será cobrado apenas sobre o consumo de água e não sobre a coleta de esgotos.

A sobretaxa só será aplicada a clientes que consomem mais que 10 m³, a chamada tarifa social. Em casos de aumento de família, mudança de imóvel e ampliação de atividade econômica, deve-se comunicar a Sabesp que seu perfil de consumo mudou indo até uma agência de atendimento (o endereço mais próximo está listado na sua conta). No site da Sabesp é possível conferir os documentos necessários para cada categoria.

 

 

 


Como a população deve utilizar a água neste momento de crise? Quais são as principais dicas da Sabesp?
A mudança de alguns hábitos, ajuda muito nesse momento de crise. Vale lembrar que, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), uma pessoa pode viver normalmente com 110 litros de água por dia sem prejudicar higiene, alimentação e outras atividades. Os vazamentos são os maiores vilões quando o assunto é desperdício de água. Para se ter ideia, uma torneira gotejando desperdiça mais de 40 litros de água por dia. Já se estiver correndo um filete de água de aproximadamente dois milímetros, o desperdício sobe para mais de 130 litros por dia.  Por isso, é importante consertar os vazamentos assim que eles forem notados.
 
O banho vem na sequência no desperdício de água. Em casa, um banho de ducha de 15 minutos, com o registro meio aberto, consome 135 litros. Se o banho durar 5 minutos, com o registro fechado enquanto a pessoa ensaboa o corpo, o consumo cai para 45 litros – economia de 90 litros. Em apartamentos, os números são mais alarmantes: um banho de 15 minutos consome 243 litros de água. Reduzindo o tempo para 5 minutos, a economia pode chegar a 162 litros.  O ideal é fechar o registro enquanto se ensaboa.

O vaso sanitário é a terceira maior fonte de gasto de água. Uma bacia sanitária com válvula e tempo de acionamento de 6 segundos gasta de 10 a 14 litros por descarga. Por isso, não se deve utilizar o vaso sanitário como lixeira ou cinzeiro e nunca acionar a descarga à toa. Importante: mantenha a válvula sempre regulada – ou o consumo pode chegar a 30 litros de água por descarga.
 
 

 



O papel higiênico pode ser jogado no vaso sanitário?

O papel higiênico pode ser jogado na privada, quando não houver problemas com entupimento na rede interna, o que ocorre somente em redes domiciliares antigas e com traçado com muitas curvas. Em geral, em prédios, devido à maior pressão da água e os desníveis elevados não há obstruções por este resíduo.
Cabe registro que esta disposição na privada vai ao encontro de recomendação das Vigilâncias Sanitárias no sentido de se evitar a manipulação de papel sujo com fezes, um resíduo contaminado microbiologicamente.
Nos coletores tronco da rede pública (diâmetro é superior a 300mm) não há registro de casos de obstrução atribuível ao papel higiênico, que rapidamente se  desagrega com o fluxo de água. Nesse caso, as obstruções estão associadas a resíduos como cabelos, fibras/pelos, fio dental, lixo plástico, preservativos, absorventes higiênicos, hastes flexíveis, aparelhos de barbear descartáveis, pontas de cigarro, brinquedos etc., que deveriam seguir para o lixo ou para reciclagem.



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Agência de Notícias

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