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Perguntas Frequentes

A redução de pressão é um rodízio?

No rodízio, a água é desligada por determinado período de tempo, numa escala para informar os horários. Exemplo: 24 horas com água e 48 horas sem água. Nesse caso, há riscos que são inerentes ao rodízio, tais como a demora maior do que o previsto para a água retornar em regiões mais altas ou distantes do reservatório e também o rompimento de redes de água. 

Já a redução da pressão é uma adequação da pressão empregada na rede de água à necessidade da região, de acordo com os hábitos de consumo da população. Durante o processo, a Sabesp mantém a pressão na rede de água de acordo com o patamar fixado pelas normas brasileiras de 10 mca, garantindo o abastecimento.

Assim, nos horários em que há grande consumo de água, aplica-se maior quantidade de pressão na rede. Durante a noite, com a queda do consumo, a pressão na rede de água é ajustada. Com isso, o abastecimento de água permanece e ainda obtemos economia com a redução de perdas por vazamentos não visíveis e com a prevenção de rompimentos nas tubulações por excesso de pressão.

A manobra é uma das medidas para mitigar perdas e evitar vazamentos adotada pela Sabesp desde antes da atual crise hídrica e que faz parte do Programa Corporativo de Redução de Perdas, em andamento desde 2007. O programa consiste na instalação de VRPs (válvulas redutoras de pressão) ao longo da rede.  A prática está alinhada com a mais moderna tecnologia internacional voltada à redução de perdas. A redução de pressão não priva os consumidores do abastecimento de água. Porém, dependendo do consumo da região, é possível que em algumas edificações localizadas nas partes mais altas, a água não atinja pressão suficiente para encher a caixa. Esse problema é temporário e normalizado assim que restabelecida a pressão.

A Sabesp orienta os clientes a manterem reservatórios residenciais (caixa d’água) com capacidade para suprir pelo menos 24 horas de consumo de água, conforme também é determinado pela ABNT e pelo decreto 12.342 do Estado de São Paulo, sobretudo para aqueles que residem em bairros altos. 

Saiba quais são os horários registrados para cada região

 



O rodízio tem efeitos prejudiciais?

Diferentemente da energia elétrica, que volta imediatamente às residências após um apagão, a água se desloca em ritmo muito mais lento e, em casos de rodízio, a demora pode ser ainda maior em áreas mais altas. Ela precisa ser bombeada nas tubulações a partir dos reservatórios, passando pelas redes nas ruas até chegar às casas e prédios. Em caso de rodízio, quando o abastecimento é retomado, as moradias mais próximas dos reservatórios recebem água antes. Quando esses imóveis estão abastecidos, a água avança para as casas seguintes. Quem mora em bairros mais altos vai receber a água por último. O mesmo acontece com os bairros que ficam mais distantes dos reservatórios. Essas moradias serão as primeiras a ficar sem água e as últimas a recebê-la novamente.

Queda de energia: falhas no fornecimento de energia prejudicam o abastecimento. Sem eletricidade, o bombeamento para e a água não avança até as casas. Se a luz elétrica cair no momento em que o abastecimento for retomado, a população continuará sem água, especialmente nos pontos mais altos e distantes.

Falta de caixa-d’água: em caso de rodízio, os imóveis com caixa-d’água contam com um estoque, uma reserva. Por norma da ABNT, cada imóvel deve ter um reservatório desse tipo com volume suficiente para garantir o abastecimento durante 24 horas. Na prática, porém, muitas casas e prédios não têm caixa-d’água ou têm uma com capacidade menor do que o necessário. Assim, elas sofreriam com o rodízio, principalmente nas áreas periféricas, em que a caixa-d’água não é tão comum.

Rachaduras e vazamentos nas tubulações: quando é adotado o rodízio, as tubulações e suas juntas ressecam, já que a água deixa de passar. Isso favorece o surgimento de rachaduras, o que pode gerar vazamentos.

Quebras de equipamento: a operação de abertura e fechamento da água é feita por válvulas, que serão muito mais demandadas em caso de rodízio. Assim como uma torneira dentro de casa pode quebrar mais rápido se for usada em excesso, essas válvulas podem apresentar falhas, prejudicando a população.



A utilização da água da Represa Billings traz algum risco?

A água da represa Billings é utilizada há 60 anos e não oferece riscos à população. Tem o mesmo padrão de potabilidade dos demais sistemas, seguindo o mesmo processo rigoroso de tratamento e controle.

 



É possível entrar ar na rede?

A entrada de ar na rede de distribuição de água é uma situação de exceção que pode ocasionar casos isolados de aumento de consumo pela movimentação do medidor (hidrômetro).

Para se ter uma ideia, em janeiro de 2015, a Sabesp registrou 25 mil reclamações de clientes por alto consumo na conta. Destes casos, 500 imóveis foram visitados por suspeitas de ar no hidrômetro e apenas 20 foram confirmados. Nessas residências, além da troca do hidrômetro, a Sabesp instalou uma ventosa para retirar o ar na rede.

Tendo em vista que a Sabesp atende cerca de 5 milhões de ligações, a incidência de problemas equivale a 1 a cada 250 mil. Em caso de dúvida, o cliente poderá solicitar uma vistoria da área técnica da companhia em sua residência. A Sabesp atende os clientes pelos telefones 195 ou 0800-0119911 (ambos com ligações gratuitas) ou em qualquer agência física da companhia.



A Sabesp realiza palestras em condomínios, comunidade e escolas para falar sobre a economia de água?

A Sabesp desenvolve várias ações com o objetivo de conscientizar a população quanto ao uso racional da água, bem como informar sobre os processos de tratamento de água e esgotos. Fazem parte dessas ações as visitas monitoradas em estações de tratamento e palestras que são realizadas por profissionais treinados.

As visitas são destinadas a estudantes, professores e profissionais que terão a oportunidade de ver e entender todas as etapas do tratamento da água, bem como informações gerais sobre saneamento e sustentabilidade. Para agendar palestras ou visitas às estações de tratamento de água na Região Metropolitana de São Paulo, é necessário enviar e-mail para visita@sabesp.com.br, onde são fornecidas todas as informações necessárias. 



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