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São José dos Campos e Taubaté têm posições de destaque no ranking do saneamento

 18/10/2013 às 09:00

São José dos Campos e Taubaté, 7ª e 16ª, respectivamente, no ranking do saneamento do Instituto Trata Brasil, foram destaques do jornal O Vale, na edição desta quarta-feira (16).
 
Em São José dos Campos, a Sabesp investe 147,5 milhões, no período 2012/2014, em obras de esgoto. Em agosto de 2012, foram iniciadas as obras do Sistema de Esgotamento Sanitário (SES) da Sub-Bacia do Pararangaba, com previsão de conclusão em 30 meses. O investimento de R$ 110 milhões elevará o índice de cobertura com rede de esgoto dos atuais 91% para 93% e o índice de tratamento dos esgotos coletados subirá dos atuais 89% para 100%, universalizando o saneamento básico no município.
 
O sistema Pararangaba, composto por 1 estação de tratamento, com capacidade para 404 litros/segundo, 2 estações de bombeamento e 18,4 quilômetros de tubulações, beneficiará diretamente 130 mil moradores da região Leste do município. Com a conclusão desta obra, toda a cidade de São José contará com 100% de coleta e tratamento de esgoto.
 
Também em São José, está em andamento a ampliação da Estação de Tratamento de Esgotos Lavapés. Com investimento de R$ 37,49 milhões, a ampliação tem previsão de inauguração no primeiro trimestre de 2014. Ambas as obras darão uma grande contribuição para ampliar a despoluição do rio Paraíba do Sul e afluentes.
 
Além disso, a Sabesp investiu R$ 54 milhões no sistema de despoluição da Bacia do Vidoca, beneficiando os córregos Vidoca , Ressaca e Cambuí. Com isso, o esgoto que antes era lançado in natura no Vidoca (cerca de 40% de todo o esgoto da cidade) passou a ser direcionado para tratamento na Estação de Tratamento de Esgoto Lavapés. A obra foi concluída em outubro de 2010 e elevou o índice de tratamento em São José para os atuais 89%.
 
Os índices atuais de atendimento com coleta e tratamento de esgoto em São José dos Campos são de 91% e 89%, respectivamente.
 
Em Taubaté, a Sabesp investe R$ 20,5 milhões, no período 2012-2014, na ampliação da rede coletora de esgoto, com a implantação de 100 quilômetros de tubulações e 16 estações de bombeamento.
 
A Sabesp também investiu R$ 116 milhões na Estação de Tratamento de Esgotos (ETE) Taubaté-Tremembé, que funciona desde março de 2010 e elevou de 2% para 100% o tratamento dos esgotos coletados, praticamente universalizando o saneamento básico nestas duas cidades.
 
Os índices atuais de coleta e tratamento em Taubaté são de 93% e 100%, respectivamente.
 
“São José dos Campos e Taubaté avançaram no ranking e seguimos rumo à universalização em 2014. Hoje contamos com o programa Se Liga na Rede para conectar os imóveis de famílias de baixa renda e as obras de despoluição da Sub-Bacia do Pararangaba e ampliação daestação Lavapés irão contribuir para melhorar ainda mais a qualidade da água do rio Paraíba do Sul, que já voltou a ter peixes”, comemora Oto Elias Pinto, superintendente da Unidade de Negócio Vale do Paraíba.

Tais resultados só comprovam o empenho da Sabesp em levar saneamento básico de qualidade à população do Estado de São Paulo, cumprindo a meta de universalizar o saneamento nas 310 sedes de municípios operados pela companhia no interior paulista. A média de investimento anual da companhia é de R$ 600 milhões em sistemas de água e esgoto, sendo 60% só em esgoto. 

Em 2014, as 24 cidades operadas pela Sabesp no Vale do Paraíba e Serra da Mantiqueira, incluindo São José dos Campos e Taubaté, terão 100% de coleta e tratamento de esgoto como resultado dos investimentos de R$ 519 milhões no período 2011/2014.
 
São Bento do Sapucaí
– A Sabesp investiu R$ 8,9 milhões nas obras que elevaram a coleta de esgoto de 85% para 88% e o tratamento de 12% para 100%, universalizando o tratamento dos esgotos coletados na área urbana da cidade. O investimento beneficia toda a população, que é de 11,6 mil habitantes, além de contribuir para a despoluição do rio Sapucaí Mirim e Ribeirão do Serrano, que fazem parte da bacia do Rio da Prata. O sistema compreende rede coletora, três estações elevatórias e uma estação de tratamento de esgoto (ETE). 
 
Lavrinhas (Capela do Jacu)
– Investimento de R$ 2,5 milhões ampliou a coleta e o tratamento do esgoto no Distrito de Capela do Jacu. A coleta de esgoto do município passou de 61% para 76% e o tratamento, de 0% para 20% do esgoto coletado. O aumento do tratamento beneficia toda a população deste bairro, que é de 1.750 habitantes. O sistema compreende estação de tratamento de esgoto e estação elevatória. Além desta obra, já está em fase de licitação mais duas estações de tratamento no município, orçadas em R$15,5 milhões e com previsão de início em outubro deste ano.
 
Cachoeira Paulista
– Investimento de R$ 5,8 milhões nas obras do Sistema de Esgotamento Sanitário. O índice de tratamento de esgotos subiu de 5% para 100%, beneficiando a população de 30 mil habitantes e o rio Paraíba do Sul.
 
Arapeí – No total foram investidos R$ 4,47 milhões na implantação do sistema de esgotamento sanitário do município, que beneficia 2.100 moradores. O índice de coleta subiu de 57% para 95% e o índice de tratamento, de 8% para 100%. O tratamento dos esgotos do município beneficia o rio Paraíba do Sul.
 
Guararema – As obras de complementação do sistema de esgotamento sanitário foram iniciadas em junho de 2011, com investimento de R$ 7,1 milhões. O tratamento dos esgotos subirá de 62,9% para 100%. As obras estão na fase final. Serão beneficiados 26,5 mil moradores e o rio Parateí, que desemboca no rio Paraíba do Sul.
 
Queluz
– Com investimentos de R$ 14,9 milhões, o tratamento de esgotos passará para 100%, beneficiando 11.300 pessoas. Iniciadas em junho de 2011, as obras tem conclusão prevista para maio de 2014. O tratamento dos esgotos do município beneficiará diretamente o rio Paraíba do Sul.
 
Campos do Jordão
– Iniciadas em julho de 2011, as obras do Sistema de Esgotamento Sanitário tem previsão de conclusão em dezembro de 2013. O investimento é de R$ 106 milhões. O tratamento de esgoto passará de zero para 100%. A estação terá tecnologia de ponta, que combina lodos ativados e membranas filtrantes, capazes de devolver ao meio ambiente um efluente de alta qualidade. Serão beneficiadas diretamente a população fixa, de 47 mil pessoas, e a população flutuante que anualmente visita o município turístico. A obra também trará mais vida a cursos d’água que atravessam o município, como os rios Capivari e Sapucaí-Guaçu.
 

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