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Museu do hidrômetro: história e tecnologia a serviço da precisão

 06/11/2015 às 10:00

Museu do Hidrômetro

Medidores, relógios ou hidrômetros. Os equipamentos utilizados para a medição da água fornecida à população têm um espaço dedicado às mudanças e inovações. É o Museu do Hidrômetro, com peças que datam do final do século 19 e expõe as principais mudanças na medição ao longo dos anos. 

Para falar do futuro deste equipamento, a visita inclui também o Laboratório de Medidores, um centro de testes de novas tecnologias, de recuperação dos aparelhos e praticamente uma extensão do museu. Lá é possível encontrar o que há de mais moderno no assunto: os hidrômetros ultrassônicos, utilizados pela Sabesp na medição de grandes consumidores de água. Esses equipamentos – fabricados principalmente em Israel e nos Estados Unidos – chegam a durar dez anos e medem o consumo a partir da velocidade da água captada por dois sensores de som. 

Vista do laboratório de hidrômetros

Entre as peças mais antigas preservadas e expostas no museu estão os dois exemplares dos hidrômetros americanos Thomson Meterco e The Lambert – de 1890 e 1891, respectivamente – ambos apropriados para a medição pelo princípio volumétrico. Isso significa que a leitura do consumo é feita a partir do volume de água acumulada em um compartimento do hidrômetro. Tal princípio é utilizado até hoje em hidrômetros, mesmo com o aperfeiçoamento dos equipamentos.

Mas o museu não se resume às peças dos anos 1800. Com um acervo de cerca de 150 peças, o espaço é tão interessante que o visitante faz uma verdadeira viagem pela história da hidrometria do século 20, a começar por equipamentos belgas, franceses, alemães e ingleses fabricados entre 1904 e a década de 1950. Há também algumas peças nacionais da primeira metade do século 20.

A ideia de criar o museu surgiu espontaneamente, à medida que os funcionários da Divisão de Medidores  notavam o acúmulo de peças de diferentes épocas que chegavam ao Laboratório de Hidrômetros. O trabalho principal foi catalogar os equipamentos, buscando o máximo de informações sobre cada um deles.

Museu do hidrômetro: uma ideia que surgiu dos próprios funcionários

Peças para reciclagemTanto o museu quanto o laboratório recebem visitas de pessoas dos mais diferentes perfis, entre elas alunos do ensino médio e fundamental e empregados. O público também é apresentado ao trabalho de ensaios e testes feitos com os hidrômetros no laboratório, para certificar o funcionamento dos aparelhos de acordo com as normas técnicas.

Outra curiosidade do local, alinhada à missão da Sabesp de buscar qualidade a todos os seus processos sem se esquecer da preservação do meio ambiente, é a reutilização das carcaças em bom estado de uma parte de hidrômetros usados. O restante é transformado em sucata. Essa reciclagem evita a geração de resíduos.

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