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Fluoretação

Uma das principais finalidades do tratamento da água de um sistema público de abastecimento é evitar a proliferação de doenças entre a população. E, entre elas, está a cárie.

O flúor está na lista dos elementos que trazem efeitos fisiológicos benéficos. A fluoretação previne a perda de minerais do esmalte dos dentes, deixando-os mais resistentes à ação de agentes nocivos.

Estudos realizados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam que, para cada dólar investido em fluoretação, são economizados US$ 50 (que seriam destinados ao pagamento de tratamentos dentários e outras despesas indiretas).

No Brasil, a prática de fluoretação das águas de abastecimento público começou em 31 de outubro de 1953, na cidade de Baixo Guandu, no Espírito Santo. Porém, foram nos anos 70 que a fluoretação alcançou um grande progresso, com participação nos programas nacionais e estaduais.

Criança bebendo águaNos municípios operados pela Sabesp, em todo o Estado de São Paulo, é adotado um valor padrão para a fluoretação da água. São 0,7 miligramas para cada litro. Isto reduz em até 65% a incidência de cáries e obturações na população.

Recentemente, cerca de 1,7 milhão de moradores de 117 cidades paulistas que não são atendidas pela Sabesp também se beneficiaram. Mas foi a empresa, em parceria com o governo, que contribuiu para a elaboração de um programa de fluoretação para sistemas de abastecimento alternativos.

É bom lembrar que o excesso de flúor pode ser prejudicial para a saúde. Em doses muito altas, dentes podem ficar manchados ou até quebradiços. É importante que a população se informe sobre o sistema de fluoretação de sua região. Doses extras da substância devem ser utilizadas apenas quando recomendadas por dentistas.

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Agência de Notícias

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