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Qualidade da água tratada

O Ministério da Saúde estabelece que a água produzida e distribuída para o consumo humano deve ser controlada. A legislação define também a quantidade mínima, a frequência em que as amostras de água devem ser coletadas e os limites permitidos.

Em atendimento às exigências estabelecidas, a Sabesp analisa a qualidade da água desde a origem até os pontos de consumo. Para assegurar a confiabilidade do seu produto, a empresa executa um forte trabalho nas suas centrais de controle sanitário, estrategicamente instaladas pela Região Metropolitana de São Paulo, Interior e Litoral.

Para isso, possui 16 laboratórios de controle sanitário acreditados pela ISO/IEC 17.025. Para consultar o documento de acreditação, clique nos links:

bullet Divisão de Controle Sanitário Pardo e Grande - Franca 
 

bullet Divisão de Controle Sanitário Alto Paranapanema - Itapetininga

bullet Divisão de Controle Sanitário Vale do Paraíba - São José dos Campos

           seta bullet Laboratório 1

           seta bullet Laboratório 2

bullet Divisão de Controle Sanitário Baixo Paranapanema - Presidente Prudente

bullet Divisão de Controle Sanitário Médio Tietê - Botucatu

bullet Divisão de Controle Sanitário Baixo Tietê e Grande - Fernandópolis

bullet Divisão de Controle Sanitário Baixo Tietê e Grande Lins

bullet Divisão de Controle Sanitário Baixada Santista - Santos

bullet Divisão de Controle Sanitário Vale do Ribeiro - Registro

bullet Divisão de Controle Sanitário Litoral Norte - Caraguatatuba

bullet Departamento Controle da Qualidade dos Produtos Água e Esgotos - São Paulo

bullet Divisão de Controle Sanitário Sul - São Paulo

bullet Divisão de Controle Sanitário Centro - São Paulo

           seta bullet Laboratório 1

           seta bullet Laboratório 2

bullet Divisão de Controle Sanitário Norte - São Paulo

bullet Divisão de Controle Sanitário Capivari/Jundiaí - Campo Limpo Paulista


Quando as amostras da rede de distribuição apresentam resultados fora dos padrões estabelecidos, o problema é imediatamente solucionado para que a qualidade volte ao normal. Depois de todas as providências tomadas, a água passa por novos testes.


Entenda os parâmetros analisados

Cloro e cloroamoniação –  O cloro é um agente bactericida. É adicionado durante o tratamento, com o objetivo de eliminar bactérias e outros micro-organismos que podem estar presentes na água. O produto entregue ao consumidor deve conter, de acordo com o Ministério da Saúde, uma concentração mínima de 0,2 mg/l (miligramas por litro) de cloro residual.

Com o mesmo objetivo, algumas localidades utilizam o método de cloroamoniação no processo de desinfecção da água. De acordo com a Resolução SS nº 50 de 26/04/1995 da Secretaria de Estado da Saúde, a água destes sistemas deve conter um mínimo de 2,0 mg/l como cloro residual total.

Turbidez – É a medição da resistência da água à passagem de luz. É provocada pela presença de partículas flutuando na água. A turbidez é um parâmetro de aspecto estético de aceitação ou rejeição do produto, e o valor máximo permitido de turbidez na água distribuída é de 5,0 NTU.

Cor – A cor é um dado que indica a presença substâncias dissolvidas na água. Assim como a turbidez, a cor é um parâmetro de aspecto estético de aceitação ou rejeição do produto.
De acordo com a Portaria, o valor máximo permissível de cor na água distribuída é de 15,0 U.C.

pH
– O pH é uma medida que determina se a água é ácida ou alcalina. É um parâmetro que deve ser acompanhado para melhorar os processos de tratamento e preservar as tubulações contra corrosões ou entupimentos. Esse fator não traz riscos sanitários e a faixa recomendada de pH na água distribuída é de 6,0 a 9,5.

Coliformes – Grupo de bactérias que normalmente vivem no intestino de animais de sangue quente. Alguns tipos ser encontrados também no meio ambiente. Nos laboratórios da Sabesp, são realizadas análises para identificar uma possível contaminação.

Flúor
– O flúor é um elemento químico adicionado à água de abastecimento, pois auxilia na proteção dos dentes contra a cárie.

O teor de flúor na água é definido de acordo com o clima e a temperatura de cada região, pois isso afeta o consumo médio diário de água por pessoa. Para o Estado de São Paulo, o teor ideal de flúor é de 0,7 mg/l (miligramas por litro), podendo variar entre 0,6 a 0,8 mg/l. A ausência temporária ou variações da substância não tornam a água imprópria para consumo.

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