Sabesp no COP 16

COP 16A Sabesp esteve presente pela 2ª vez em reuniões anuais da Conferência das Partes sobre Mudanças Climáticas, organizadas pelo UNFCC da ONU. Em 2009, na COP15 em Copenhague, o representante da Sabesp foi Adriano Stringhini, superintendente de comunicação que realizou palestra abordando a importância da divulgação pública desta questão fundamental para que haja evolução na atitude das pessoas em favor do clima.

Na COP16, realizada em dezembro de 2010, em Cancun, México, o representante da empresa foi Marcelo Morgado, assessor de meio ambiente da presidência que realizou palestra sobre atividades da Sabesp para mitigação/adaptação frente o aquecimento global (“Mitigation Experiences in Sanitation at Sabesp”), no painel “The Power of Collectivity”, organizado pelo projeto Planeta Sustentável da Editora Abril, no estande do Brasil, montado pelo Ministério das Relações Exteriores.

Na COP16 estiveram presentes 15482 participantes de 192 países, 6164 delegados oficiais, 47 agências intergovernamentais, 647 ONG’s e muitas empresas e universidades. A delegação brasileira foi constituída por 340 membros e 25 organizações.

A expectativa de sucesso para a conferência era baixa, devido ao fracasso da COP15. No decorrer das discussões ficou latente o entrave nas negociações para um acordo pós-Quioto, com vigência a partir de 2013. A oposição era liderada pelo Japão, secundada por Rússia e Canadá, já que não se aceitava persistir a ausência dos EUA e China, os maiores poluidores mundiais e também de Índia e Brasil. Além destes impasses no atacado, havia temas complexos de regulação, dificuldades nos diversos comitês sobre monitoramento, medição, auditoria, financiamento e avanços como redução de desmatamento na Amazônia pelo sistema REDD+ e Fundo Amazônia.

O Brasil destacou-se pelo protagonismo e a Ministra Isabela Teixeira foi designada pela Presidente da COP16, Patrícia Espinoza (Chanceler do México) como interlocutora a cargo de compilar posições de países-chave. Respaldando a credibilidade da posição brasileira temos as vantagens competitivas da matriz energética mais limpa entre os emergentes, pioneirismo nos biocombustíveis e meta para redução anunciada na COP16, que embora aquém da paulista, é melhor que a da China e Índia.

Não obstante o pessimismo reinante houve uma reviravolta no último dia com discussões noite adentro e finalmente logrando-se consenso às 03h30 em questões fundamentais como 1) não se abandonar a proposta de um pós-Quioto; 2) fechar acordo para criação de um fundo internacional de US$ 100 bilhão/ano após 2020, para ações nos países em desenvolvimento (Brasil não será beneficiado por ser emergente); 3) avanço na regulamentação do mecanismo REDD+ para preservação florestas tropicais.

Compartilhar as iniciativas da empresa e realizar intercâmbio no combate às mudanças climáticas é em si mesmo parte do esforço neste sentido, uma vez que a colaboração e a inovação tecnológica têm papel chave na construção de uma economia sustentável de baixo carbono. Registre-se que uma das sete linhas do projeto com a Fapesp de aportar R$ 50 milhões em 5 anos, em pesquisa no saneamento é justamente a eficiência energética.

 Baixe os arquivos (ppt):

 Apresentação em português

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Agência de Notícias

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