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Região norte da Capital e da Grande São Paulo terão investimentos de R$ 669 milhões em coleta e tratamento de esgotos

  20/09/2010

A Sabesp divulgou hoje (20/9) as obras previstas na terceira fase do Projeto Tietê para a parte da zona Norte de São Paulo e para os municípios de Caieiras, Cajamar, Franco da Rocha, Francisco Morato, Mairiporã. Os investimentos somam R$ 669 milhões, sendo R$ 625 milhões previstos na terceira fase do Projeto Tietê e o restante oriundo de outras fontes de financiamento.

Na zona Norte de São Paulo serão investidos R$ 200 milhões na construção de 3,4 km de interceptores de esgotos; 96 km de coletores-tronco e 120 km de redes coletoras e execução de 10.700 novas ligações de esgotos. Estas intervenções beneficiarão uma população de aproximadamente 420 mil pessoas de vários bairros da zona norte da Capital, entre eles Tremembé, Tucuruvi, Freguesia do Ó, Santana, Vila Nova Cachoeirinha, Jaçanã e Brasilândia.

Municípios da Grande São Paulo - Em Caieiras, serão construídas duas estações de tratamento de esgoto. Além disso, serão implantados 12 km de redes coletoras, 24 km de coletores, seis estações elevatória de esgoto, totalizando investimentos de R$ 88,5 milhões. Mais de 100 mil pessoas serão beneficiadas diretamente com a coleta de esgotos, que seguirá integralmente para tratamento.

No município de Francisco Morato serão construídas duas estações de tratamento de esgoto, assentados 23,8 km de coletores-tronco, 96 km de redes e construídas cinco estações elevatórias de esgotos, totalizando investimentos de R$ 111,8 milhões. Cerca de 190 mil habitantes serão beneficiados com tratamento de esgoto.

Franco da Rocha contará com uma estação de tratamento de esgoto, 4 km de redes coletoras, 15,8 km de coletores, oito estações s de esgotos, com investimentos de R$ 55,6 milhões e benefícios a 132 mil pessoas.

Em Cajamar, serão construídas três estações de tratamento de esgotos. Também serão implantados 3,5 km de redes coletoras, 33,5 km de coletores, 11 estações elevatória de esgoto, totalizando investimentos de R$ 125,2 milhões. Cerca de 70 mil pessoas serão beneficiadas diretamente com a coleta de esgotos e todo o município será beneficiado com tratamento.

Em Mairiporã, será construída uma estação de tratamento de esgoto e ampliação da capacidade da estação de tratamento de esgoto existente de 35 para 70 litros por segundo. Serão implantados 82,3 km de redes coletoras, 25,3 km de coletores, 21 estações elevatória de esgoto, totalizando investimentos de R$ 87,9 milhões. Mais de 70 mil pessoas serão beneficiadas diretamente com a coleta de esgotos, sendo que a totalidade seguirá para tratamento.

BID – No início de setembro, a Sabesp assinou, em Washington (EUA), o empréstimo de US$ 600 milhões com o BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) para a 3ª etapa do Projeto Tietê. O acordo prevê contrapartida da companhia de US$ 200 milhões e mais US$ 255 milhões de outras fontes, totalizando US$ 1,05 bilhão em investimentos.

O contrato permite que a Sabesp dê continuidade à ampliação da coleta e tratamento de esgoto na Região Metropolitana de São Paulo. Nessa fase, mais de 1,5 milhão de pessoas serão beneficiadas com a coleta de esgoto e outras três milhões terão seu esgoto tratado. Serão construídos 580 km de coletores-tronco e interceptores, 1.250 km de redes coletoras e feitas cerca de 200 mil novas ligações domiciliares. A capacidade de tratamento das estações também será ampliada em 7,4 mil litros por segundo, o que significa um aumento de 41%.

Até 2015, o Projeto Tietê prevê ampliar os índices de coleta de esgoto da Região Metropolitana de 84% para 87%, e os de tratamento desse esgoto coletado, dos atuais 70% para 84%.

Primeira e segunda fases do Projeto Tietê - Até hoje, a Sabesp já investiu US$ 1,6 bilhão no Projeto Tietê, montante distribuído em duas fases. Na primeira delas, que durou de 1992 até 1998, priorizou-se a construção de ETEs e a ampliação do sistema de coleta e afastamento de esgoto, com investimento total de US$ 1,1 bilhão. Nesse período, o índice de coleta de esgoto passou de 70% para 80%, e o de tratamento, de 24% para 62%.

Na segunda fase, de 2000 a 2008, o objetivo foi ampliar e otimizar o sistema de coleta e transporte, para utilização plena da capacidade instalada de tratamento de esgoto. Nessa etapa, o volume aplicado foi de US$ 500 milhões e o índice de coleta de esgoto passou de 80% para 84%, enquanto o de tratamento, de 62% para 70%.
 

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